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ESCRITO NAS ESTRELAS - O Resultado do que fazemos nos espera mais adiante

O Resultado do que fazemos nos espera mais adiante


( Reynollds Augusto)



O título desse artigo foi retirado de uma conversa travada por dois personagens da novela escrito nas estrelas. Uma das personagens atribuiu a frase ao professor Alan Kardec e confesso a vocês que nunca me deparei com essa frase em qualquer livro da codificação espírita, mas a frase denota um princípio básico estudado pela Doutrina Espírita que é exatamente a lei de Causa e Efeito, tão propalada pelo mestre dos mestre, Jesus Cristo.Quem estuda a Doutrina Espírita consegue identificar os inúmeros erros doutrinários que a novela mostra, mas pelo menos coloca no ar a idéia da continuidade da vida do espírito que definitivamente não morre, mas se liberta quando o corpo fenece.

O Estudante de Direito, quando adentra os bancos acadêmicos, se depara com a tese da ciência que realmente se aplicada com desvelo seria a solução para os graves problemas da sociedade e o Estado, a maior ficção de todos os tempos, conseguiria realmente aplicar a justiça social. Mas isso é um caminhar constante e á medida que o coletivo se aperfeiçoa, a lei que é maior fonte do direito, também segue com ela. Aprendemos que o Direito é norma que deve ser aplicada coercitivamente, mas a justiça é um valor que nem sempre é acolhido pelo legislador, pois em muitas vezes ele foi alguém que não fora formado com aquela educação que nos torna homens de bem. Há muita instrução no meio jurídico, mas há pouca educação. A educação é uma preparação de uma vida, que vem do berço e que ultrapassa as conjunturas e se sustenta como valor que é. Com a educação aprendemos a dizer SIM, SIM, NÃO, NÃO. Com apenas a instrução, nos tornamos joguetes da ilusão e aproveitamos o conhecimento técnico para praticar sandices. Quando nos deparamos com uma ação malsã de um operador do direito, ficamos muitas vezes estupefatos. É que nem sempre quem sabe, sente; mas quem sabe, sentindo; aplica a norma com mais justiça...

Mas não é disse que quero falar. Voltemos às leis naturais que nos regem a todos, educados ou instruídos, ou as duas coisas juntas, que é o ideal. Kardec perguntou aos espíritos como se pode definir a justiça e eles responderam que “a justiça consiste no respeito aos direitos de cada um”. Essa condição será alcançada no momento próprio, quando os espíritos,que somos todos nós, se conscientizar de quem realmente são e porque estão na Terra. Para nos aproximar desse ideal nós temos as leis humanas e a lei natural. As leis humanas são apropriadas aos seus costumes e ao seu caráter e quanto mais progredimos em moral, mas a justiça se fará presente e é por isso o direito estabelecido pelos homens nem sempre esta de acordo com a verdadeira justiça. Já a lei natural é justa, devido ter emanado se um ser que não erra por ser perfeito e é por isso que temos a vida que merecemos, passamos pelos problemas que precisamos passar, com o fito de nos libertarmos de nosso ego, que escraviza a alma e que impede o espírito de alçar vôo rumo à libertação. Tudo conforme a plantação que é livre, mas com colheita obrigatória.

Mas a lei natural precisa oportunizar aos recalcitrantes o reequilíbrio e possui mecanismo terapêutico para o despertamento, quase sempre associado à dor que é o resultado de nossas ações, afinal “não sairás daí enquanto não pagares o último ceitil” e é por isso que “O resultado do que fazemos nos espera mais adiante”, sem nenhuma dúvida, para que nos reequilibremos com as leis de Deus que é implacável e é por isso que não é um “bom negócio” ser Mal.



PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.

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