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A RAIZ E O SOLO FECUNDO



A Raiz e o Solo Fecundo
                                        (Rossandro Klinjey)

 
Qual árvore, por mais frondosa que se pretenda ser, pode prescindir da raiz para atingir as mais altas culminâncias, gerando a flor que balsamiza a vida, o fruto que alimenta o corpo e a sombra que refrigera a alma? Sem a raiz, fica difícil sustentar-se diante das intempéries da vida. Nós, seres humanos, somos como uma árvore e é a raiz que nos garante suportar ventos e tempestades na certeza de que, mesmo que soframos com os movimentos da natureza, nos manteremos firmes.

 
A raiz está para árvore como a pedra angular está para à construção, de modo que nenhum edifício se sustenta sem o alicerce. Para mim, Deus é essa raiz, esse sustentáculo, sobre o qual nos erguemos rumo a angelitude que nos aguarda.

 
Quis Deus, em seu amor imenso, nos lançar no mundo como sementes, e nos preparou um solo fértil para que fôssemos plantados, o útero fecundo e amoroso de nossas mães.

 
São elas, sem sobra de dúvida, que expressam de forma mais próxima o amor de Deus em nossas vidas, doando-se corpo e alma, para que possamos germinar e crescer. É por isso que falar de mãe evoca em nós fortes emoções. É natural que seja assim! Afinal, antes mesmo de conhecer a luz, vivemos em seus ventres processando o homem e a mulher do vir a ser.

 
Alguns dizem que a mãe será sempre o resultado de sua criação e de seu relacionamento conjugal. Quanta tolice! Não que possamos menosprezar os efeitos danosos de um casamento infeliz, mas é impressionante o quanto a vida dá testemunho de mães que, superando dores, abandonos e adversidades... Simplesmente amam! Amam seus filhos dando o que não receberam, cumprindo em muitos casos dois papéis, de mãe e de pai.

 
Essas mães ultrapassam os seus medos, suas necessidades de mulher, para irem além de si e cuidarem de sua prole. E a vida, por isso mesmo, as torna guerreiras, mães espartanas muitas vezes, cuja expressão facial de firmeza pode parecer esconder a doçura que não as abandona e que se revela no acariciar dos cabelos do filho antes de dormir, no beijo demorado e carinhoso, expressões de afeto que precederam um dia inteiro por cobranças de exercícios escolares, de comportamento adequado, de tratar respeitoso. Enfim, o famoso muído de mãe, que pega no pé, que procura saber com quem você anda, o que você faz e onde está, cumprindo, assim, o mais desgastante dos papéis, que ao longo da vida a maturidade nos faz perceber ter sido a maior prova de amor, pois nos forjou homens e mulheres de bem.

 
Todas as vezes que saí de junto de minha mãe, fosse para ir para escola, visitar um amigo, fazer uma viagem de férias, para casar e seguir minha vida ouvi, e ainda ouço sempre, uma frase de muitos significados, pois ao mesmo tempo em que me consola e me conforta, me mantém focado na responsabilidade que tenho de cumprir, no meu papel diante da vida para o qual ela me treinou firme e amorosamente para exercer. Antes disso, ao sair, sempre ouço: Deus te abençoe meu filho e te torne um homem de bem para honra e glória do Seu nome.

 
Diante de tanto amor que recebi e recebo, qualquer palavra é pobre para servir de retribuição. Não consigo dizer, pensar ou escrever mais nada, as lágrimas só me permitem dizer uma coisa à minha amada mãe: Amém...

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