PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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"CENTRO ESPÍRITA SEAREIROS DO BEM - HÁ 25 ANOS EVANGELIZANDO A CRIANÇA E O ADOLESCENTE"

PROGRAMA PENSE NISSO

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Sempre Foi Assim

Sempre Foi Assim

(Reynollds Augusto)


Ninguém faz nada sozinho e é por isso que o ser humano não consegue viver fora da sociedade. Sem o outro nós não nos sustentaríamos e viveríamos sempre tristes. A primeira célula social é a família e é nesse laboratório que aprendemos a sentir, a viver a amar. Uma família equilibrada nos permite forjar personalidades equilibradas, pois o principal papel da reencarnação é a reeducação. Se no retorno ao “bojo” orgânico o ser humano não conseguisse mudar, não teria sentido a reencarnação, o “nascer de novo”, na firme proposta milenar defendida por Jesus de Nazaré, o espírito mais evoluído que já veio por essas bandas.


Hoje, no ESLE DO CENTRO ESPÍRITA JESUS DE NAZARÉ, de Itaporanga, discutimos a família como proposta principal e outros temas anexos para reforçar o nosso comportamento rumo ao aperfeiçoamento.


Começamos com a mensagem de reflexão de Corrinha, que falou sobre a palavra. A palavra é a “arma” da harmonia, mas, pode ser também, uma arma, de verdade, que fere as pessoas e muitas vezes matam esperanças, aniquila os estímulos. Descobrimos que podes AUXILIAR com a verdade, ou, ANIQUILAR com essa mesma verdade. Uma palavra mal dita pode ferir fundo a alma, se ainda somos pessoas atrasadas espiritualmente. É por isso que ainda prevalece o velho aforismo, simplório, mas eficiente:


“Deus nos deu dois ouvidos e uma boca, para ouvir mais e falar menos”.


Cuidado com o que você fala. Pode matar a esperanças das pessoas e não temos o direito de ser juízes de ninguém. Quem somos nós?


Continuando, discutimos a nossa primeira dica, nessa fase de leituras de livros, o texto do ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ, uma vez que já estudamos a vida de JERÔNIMO MEDONÇA e a sua vida reforçou as nossas vidas. A dica de leitura do primeiro livro foi da ESLEANA Suely, que não perde um encontro do Esle.


O público é volátil, como voláteis são as nossas buscas. Somos espíritos ainda descompromissados com o que acreditamos e isso faz parte do PLANETA DE PROVAS E EXPÍAÇÕES, em que vivemos. Jesus sabia disso, é por isso que a vida não tem pressa para o nosso aperfeiçoamento. É por isso que somos imortais. O caminho é longo. Vai havendo uma seleção natural e própria. Quando Jesus começou o seu apostolado tinha mais de quinhentos seguidores, com o tempo ficou menos da metade, depois ficou só 46 (quarenta e seis), terminou com, 12 (doze) e desses alguns fizeram uma bobagens com ele e ele nem se abalou.


Na casa espírita é assim.


Uma das nossas participantes estava triste porque queria espalhar essa boa nova aos seus amigos e eles criticaram. É normal que quando descobrimos algo belo tenhamos o impulso de espalhar a todos. Aconteceu comigo, e dei com os “burros nágua”. Mas é natural. Nem todos estão maduros para entender o processo. Tem a ver com aquele MITO DA CAVERNA DE PLATÃO. Alguém que estava preso, solta as amarras da caverna escura, saí e ver o mundo lá fora, com a beleza que conhecemos, sol, ar, vida, se encanta e volta para contar a novidade aos outros amigos, que continuavam presos, amarrados , virados para a parede. Todos o criticaram, dizendo que ele estava doido. O amigo ficou triste, mas seguiu o seu destino. Com o Espiritismo, que é JESUS de volta, também é assim. O escuro da caverna e o preconceito nos deixam amarrados às ilusões. Mas a vida não tem pressa.


Finalizamos discutindo o texto “Laços de Família”. Pense em um debate bom, esclarecedor. O Texto discutido diz mais ou menos assim:

A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unicidade da existência os rompe.

18. Os laços de família não sofrem destruição alguma com a reencarnação, como o pensam certas pessoas. Ao contrário, tornam-se mais fortalecidos e apertados. O princípio oposto, sim, os destrói.

No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias entrelaçados pela afeição, pela simpatia e pela semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses Espíritos se buscam uns aos outros. A encarnação apenas momentaneamente os separa, porquanto, ao regressarem à erraticidade, novamente se reúnem como amigos que voltam de uma viagem. Muitas vezes, até, uns seguem a outros na encarnação, vindo aqui reunir-se numa mesma família, ou num mesmo círculo, a fim de trabalharem juntos pelo seu mútuo adiantamento. Se uns encarnam e outros não, nem por isso deixam de estar unidos pelo pensamento. Os que se conservam livres velam pelos que se acham em cativeiro. Os mais adiantados se esforçam por fazer que os retardatários progridam. Após cada existência, todos têm avançado um passo na senda do aperfeiçoamento. Cada vez menos presos à matéria, mais viva se lhes torna a afeição recíproca, pela razão mesma de que, mais depurada, não tem a perturbá-la o egoísmo, nem as sombras das paixões. Podem, portanto, percorrer, assim, ilimitado número de existências corpóreas, sem que nenhum golpe receba a mútua estima que os liga.

Está bem visto que aqui se trata de afeição real, de alma a alma, única que sobrevive à destruição do corpo, porquanto os seres que neste mundo se unem apenas pelos sentidos nenhum motivo têm para se procurarem no mundo dos Espíritos. Duráveis somente o são as afeições espirituais; as de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem. Ora, semelhante causa não subsiste no mundo dos Espíritos, enquanto a alma existe sempre. No que concerne às pessoas que se unem exclusivamente por motivo de interesse, essas nada realmente são umas para as outras: a morte as separa na Terra e no céu.

Quinta vamos continuar o debate. Vamos! `


Quer sair da Caverna?


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www.reynollds.blogspot.com

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